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Quem sou eu
Nome: Carlos Alberto Ferreira André Conhecido como: Dr.André CRMV-RJ: 0598 Minha Experiência Profissão: Médico Veterinário 46 anos de profissão 14 Anos de Magistério na UFRRJ 20 Anos no Rio Zoo 40 anos com consultório particular no Rio de Janeiro Consultor do Sítio do Pica-pau Amarelo, da Rede Globo, primeira versão (1977 a 1980) Consultor para assuntos de fauna para as Hidrelétricas de Manso e Samuel na Companhia Sondotécnica de Engenharia E-mail
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do mês Dezembro/07 Araguari (Aratinga leucophthalmus) Estes animais são de porte médio (entre araras e papagaios), com mais ou menos 30 cm de comprimento do corpo, esbeltos, com um rabo longo. São, predominantemente, verdes, com penas de cor vermelha esparsas na face e pescoço. Na asa possui penas amarelas e vermelhas. Tudo isso faz destacar a pele branca em torno dos olhos, que lhe dá o nome da espécie entre as Aratingas (Ararinhas), as leucophthalmus. O bico e as patas são da cor de chifre. São aves muito barulhentas, gritam para e por tudo, quando estão em pequenos ou grandes grupos. São habitantes costumeiros das orlas das matas do nordeste até na Argentina e por isso tem muitos nomes vulgares e nós destacamos o Periquitão ou Ararinha Maracanã. São comuns no Estado do Rio, aqui mesmo em Vargem Grande, onde moramos, ouve-se os gritos estridentes dum grupo que parece morar por aqui. Vale relatar o que aconteceu conosco em Tiradentes, no Sul de Minas, onde eu vi muitos exemplares livres, alguns em residências soltos, passeando nas janelas e nos muros. Eu estava prestando atenção num numeroso grupo que atacava as palmeiras em frente à praça do lugar, enquanto os "turistas" observavam os detalhes da arquitetura centenária e a nós, que estávamos olhando para o outro lado vendo as aves "trabalhando", comendo coquinhos e recolhendo fibras da folhas de palmeira para fazer ninhos. A arquitetura é inegavelmente bela e servia para nós como moldura dessa maravilha natural. imagem: www.casadopapagaio.com.br Mande para nós uma foto com uma boa história. Quem sabe seu bichinho poderá ser o animal do mês. |
UM VETERINÁRIO, SUA FAMÍLIA E MUITOS ANIMAIS NUMA SELVA DE GENTE Mudança
Como o My blog limita o espaço destinado a figuras no blog e nós já ocupamos todo esse espaço, fomos forçados a criar um novo blog, em um novo endereço. Este blog continuará no ar, por conta dos posts mais antigos, mas passaremos a postar coisas novas no endereço: http://www.andreoveterinario1.myblog.com.br. Esperamos vocês todos lá! 27Dez2007 - 11:31 | Por andreoveterinario | ( 2 ) Clique AQUI para comentar esse post 17/12 - Um agradecimento
Nesta data, 46 anos atrás, fui diplomado Médico Veterinário na Universidade Rural. Vou, neste post, fazer uma breve reflexão. Já contei tudo anteriormente neste blog: Eu tive na profissão uma vida intensa, onde fiz tudo que sonhei quando estudante, tudo que escolhi, queria e devia. Aproveitei todas as chances que Deus me deu. Enfrentei dificuldades (gerais e minhas), problemas, obstáculos que existem na vida de qualquer um e sempre vão existir, nada é fácil, mas até hoje ainda estou pronto para enfrentar e resolver com luta, sem pisar em ninguém, com ajuda de todos. Agradeço por tudo a Deus e a todas as pessoas e aos animais que povoaram esse universo fervilhante de ideais que conto neste blog. Acho que agradecendo assim não corro o risco de esquecer alguém, pois todos são importantes e são muitos. Nada fiz sozinho. Muito Obrigado. 17Dez2007 - 22:09 | Por andreoveterinario | ( 2 ) Clique AQUI para comentar esse post Notícias da Jade
O fruto com as sementes da trepadeira Jade a que nos referimos em post anteriores foi plantado em 12/10, num vaso perto da trepadeira mãe. Até hoje faço observações periódicas no local ,sem mexer na terra, mas nada parece ter acontecido. Não aconteceu germinação. continuo observando o local da semeadura e a trepadeira, esperando que ela nos honre com uma nova fruta. 10Dez2007 - 21:27 | Por andreoveterinario | ( 1 ) Clique AQUI para comentar esse post Animal do mês de novembro/07 - Pavãozinho do Pará
Ele também é chamado, em alguns lugares do Norte, de Garcinha-Papa-Moscas. É uma ave com, mais ou menos, 45 cm de comprimento de corpo esbelto e delgado. É menor que uma galinha doméstica, com pernas finas e longas. Seu pescoço também é muito fino e a cabeça é alongada, com um bico longo e bem pontudo. Tem uma plumagem bem característica, com vistoso colorido e apresenta um display, com asas e cauda abertos, quando está excitado ou irritado, o que lhe confere o nome vulgar à semelhança, embora longínqua, com os pavões indianos (Pavo cristatus). Vivem próximos à áreas com água, onde possam encontrar peixinhos, rãs, caranguejos, insetos, minhocas e etc. Durante esse passeio a caça eles apresentam movimentos lentos, com vai-e-vêm balançante, gracioso, lateral do corpo e o pescoço fino, em forma de S, e o bico longo são armas importantes para sua caça. imagem: www.cpzbook.com referência: Ornitologia Brasileira - H. Sick. EUB. 10Dez2007 - 21:10 | Por andreoveterinario | ( 6 ) Clique AQUI para comentar esse post Cloaca do Zé Carioca
- O que há com o Loro?? - Perguntei - Sr. Doutor o meu loro chama-se Zé Carioca e está obrando (evacuando) sangue. Examinei o animal, que era manso e, enquanto fazia isso, fui fazendo as perguntas habituais sobre o modo de vida e hábitos alimentares. - Ahh, Sr. Doutor ele gosta de comer de tudo. especialmente o que estamos comendo e adora bolinhos de bacalhau! - Vamos ter que mudar tudo isso! E fui explicando tudo, ainda mais porque na época tinha muitos estagiários. - Ele deve comer basicamente frutas, verduras e grãos. E ainda cortei uma coisa que o lusitano falou: o azeite! Devia ser tudo muito gostoso, mas não para um papagaio brasileiro que não iria encontrar bolinhos na mata. E o velho dono parece que entendeu. Higienizamos a traseira do papagaio, removendo sangue, fezes, muco e até algumas penas que aglutivavam essa imundice. Até a pele estava irritada em torno da cloaca. Provavelmente o azeite e o sal estavam fazendo muita irritação naquela região. Fui para a minha sala onde redigia a receita e os papéis de alimentação e a Teresa foi junto com os estagiários explicar tudo para o dono do Zé Carioca. - O sr. deve lavar com água morna aqui atrás como o Dr. fez, especialmente se estiver sujo de sangue ou fezes e em seguida massagear este creme - apontando para a receita e para o local - na cloaca dele. - Como????? - Perguntou o dono do Zé Carioca - Na cloaca! - Onde????? Aí a Teresa traduziu: - Aqui na bundinha dele! - Ah, Senhora, desculpe não entender, mas a senhora chamou o negócio pelo apelido!!!! Dias depois uma revisão com a alta por cura do Loro. E seu dono explicou: Meus patrícios do Clube Português (haviam muitos clubes potugueses nos arredores do Rio Comprido) que eu frequnto que me mandaram aqui, mas eles não gostam de mim. Eu perguntei: - Por que? - Porque eu só conto piadas de português!!!! Pelo menos todos do Clube souberam que o papagaio ficou curado. 29Nov2007 - 11:34 | Por andreoveterinario | ( 0 ) Clique AQUI para comentar esse post A "Dolce Vita" do Biscoito
Recebi de uma amiga as fotos que ilustram e originam esse post. São de um cãozinho privilegiado, morador do bairro do Estácio, próximo ao bairro do Rio Comprido, onde tive clínica na década de 80 e onde também conheci esta minha amiga. Ela era ainda uma pequena jovem (ainda não cresceu muito, embora hoje seja uma doutora advogada). Ela tinha, nessa época, uma fêmea de Mico-Estrela (Callithrix jacchus), a Pufa. Lembro-me bem dela na clínica nos visitando para vacinar ou resolver problemas de saúde da mica, que se divertia emitindo jatos de urina na gente, que eu não sei até hoje se eram por vingança ou agradecimento.
Agora, neste ano, eu conheci o Biscoito. Um belo cãozinho, jovem, que tinha problemas derivados de uma alimentação imprópria e muito desordenada. O pelo estava feio, ele era apático, com alguns ossinhos à mostra. Ele é o mimo da casa e respondeu muito bem à dieta e ao tratamento recomendados, tanto que sua dona se referia aos alimentos como "A dieta mágica do Tio André". Ele curte a vida indo à praia, como mostram as fotos. Forte, crescido e bem disposto, virou um garoto de praia, um Biscoito Tostado, onde aproveita para importunar os pombos. É a Dolce Vita de um Biscoito com saúde. 19Nov2007 - 14:22 | Por andreoveterinario | ( 0 ) Clique AQUI para comentar esse post Parto no casamento!
A cadelinha Pinsher estava com a barriga enorme. Entrou na semana do parto e os donos a trouxeram para a revisão. A dona dela tinha dois motivos para estar apavorada: um era o desempenho da cadelinha no parto, tinha medo dos problemas; e o outro é que no final daquela semana a filha dela casaria. - Será que vou ter que trazê-la para a clínica?? - Tudo pode acontecer a partir dessa semana. Eu era convidado para a festa, mas a solenidade era num sábado e a festa também, na hora que, geralmente, estava ocupado na clínica. Lá estava eu trabalhando conformado de perder a festança. Eles moravam na Rua Uruguai, na Tijuca e aconteceu o inesperado, a Kate resolveu fazer a parte dela na festa. Me arrumei todo e fui pra lá, em condições de participar das duas festas. Eram 3 filhotes, que nasceram num trabalho de parto efetivo, que começou às 5 horas da tarde, exatamente na hora em que tudo também começava por lá, para o casamento. Pessoas se arrumando, colocando os trajes para o evento. Entra e sai de pessoas no quarto. O pai da noiva iria colocar um fraque com aquela camisa especialmente comprada, cheia de babados no peito, afinal ele entraria com a filha, sendo visto por todo mundo. Mas não foi com aquela camisa que ele foi para o casório enquanto eu chegava lá... O babado da camisa estava todo babado por líquidos uterinos, placenta, sangue e os filhotes todos bem acomodados pela mãe toda preocupada. Alguém, na azáfama de arrumação, deixou a porta do armário entre-aberta e aquela camisa macia estava lá numa gaveta, também entre-aberta, com os 3 cachorrinhos mínimos e a mãe. Vários convidados desfalcaram a solenidade religiosa, porque preferiram ficar ali testemunhando oa ínicio daquelas pequenas vidas tão bem acomodados na gaveta. E foram felizes para sempre, o casal, Kate e a sua ninhada! imagem: www.dkimages.com 12Nov2007 - 13:43 | Por andreoveterinario | ( 0 ) Clique AQUI para comentar esse post A fuga do Pavãozinho
Na época que aconteceu o que se narra aqui eu era diretor técnico do Zoológico e uma permuta, que estava sendo acertada desde os diretores anteriores, chegou à concretização. O Zoológico do Rio recebeu, entre outros animais da permuta, um casal de Pavãozinho do Pará. Com a confirmação tivemos 30 dias para preparar os animais que iriam para São Paulo e acertar o local para receber os que viriam. Foi áí que aconteceu tudo. A pessoa responsável pelas aves do Zoológico foi notificada para preparar o viveiro e todas as outras providências necessárias. Acompanhei a atividade à distância, acreditando na capacidade da pessoa e fui cuidando dos meus afazeres. No dia marcado os nossos animais chegaram e fui vê-los no caminhão de transporte. Estavam num gaiolão, com boa aparência, bem dispostos, foram encaminhados para revisão no serviço de veterinária e do pessoal da biologia envolvido com aves. Eu estava preparando os documentos para remeter os animais para São Paulo quando alguns tratadores entraram na sala para apanhar mais puçás e redes. Estavam esbaforidos. - O que aconteceu? - Perguntei. - Um Pavãozinho fugiu, parece que é o macho. - Fugiu como? - Pela tela do viveiro. Felizmente não tardaram a recapturar o fujão. O Ir-responsável veio explicar-se, era quem deveria ter preparado o viveiro de modo conveniente. - Eu achei que eles eram maiores. Fugiu pela tela. A malha era grande, e eles têm o corpo fino. E ainda concluiu: - Eu pensei que o nome Pavãozinho do Pará era apenas um nome carinhoso dado a eles. Quando capturaram o fujão, o chefe da equipe de tratatores simplesmente colocou no viveiro ao lado, após trocar os vasos de planta que ornamentavam o viveiro da fuga, ligar a água do bebedouro e logo depois foi colocada lá a fêmea que estava no gaiolão aguardando toda aquela guerra. Nesses viveiros estavam, até o início da manhã, os mutuns e os faisões nascidos aqui no Rio e que destinavam-se a São Paulo. Os viveiros tinham sido higienizados após a saída desses animais. Perguntei à explicante criatura: - Nunca viu um animal desses? Nem em figura de livro? Ela respondeu: - Realmente, não. Aí recomendei à figura sábia e interessada um livro sintético utilizado por todos no Zoológico como salvação da lavoura. Acredito que até hoje não tenha lido. Hoje, talvez, conseguisse olhar as figurinhas neste blog. Os recém-chegados aceitaram tudo muito bem, principalmente a primeira refeição que continha porções variadas de: carne crua moída, peixe, larvas de tenébrio, larvas de mosca, minhocas e outras guloseimas. Hummmmm! 6Nov2007 - 11:28 | Por andreoveterinario | ( 0 ) Clique AQUI para comentar esse post Animal do mês de Outubro/07 - Gavião Carijó (Rupornis magnirostis)
Chegou numa gaiola um para doação no zoológico e eu fui chamado para o exame do animal. Havia um questionário para submeter ao doador, que incluia perguntar se a pessoa sabe se existem outros na área, por que havia capturado e por que resolveu trazer para o Zoológico. Geralmente as respostas eram evasivas, quase sempre por que ficaram com dó do animal. Mas este nos surpreendeu, porque disse: -Fiquei preocupado porque ele não quer comer nada. Já coloquei frutas, couve, chicória, uma espiga de milho e nada... Um funcionário trouxe, a meu pedido, carne picada, e o gavião "inapetente" comeu vorazmente. Expliquei que esse tipo de animal só come insetos grandes, pequenas aves, lagartos, rãs, ratos e preás. Não é vegetariano! Pedi para um estagiário que estava presente e que morava onde o "inapetente" foi capturado, que desse uma olhada para saber se havia grupos naquela área. No dia seguinte fui informado que a região é perto de uma pequena mata, sem habitantes, que provavelmente, por ser pedregosa, possui roedores. Como o gavião estava com saúde e com o corpo íntegro, programei a libertação dele, com a participação do "preocupado" e de seus vizinhos, e propus um compromisso de não mais capturarem animais por ali. Expliquei que ele poderia estar com filhotes ou com ovos para chocar. Tudo foi feito a contento, espero que o compromisso funcione. Nestes dias da última semana de setembro estava separando os textos para o blog, quando fui procurado pela produção do Programa Haroldo de Andrade. Um gavião, certamente igual a este da narrativa, estava no bairro do Méier, onde foi solto o "inapetente", atacando pessoas funcionárias de uma creche. Lembrei-me do "inapetente" e por isso estou contando o fato aqui. No local existe uma mangueira e parece que o gavião está protegendo seu território, o ninho, isto é, sua família. Recomendei que não se molestasse esses animais e que realmente eles podem ferir uma pessoa na cabeça. Eles só querem a oportunidade de viver em paz. Podem perguntar: Por que ali? E a melhor resposta é que, certamente, o homem está favorecendo a existência de ratos no local, com esgotos a céu aberto e depósitos de lixo. Espero que as professoras da creche aproveitem os acontecimentos para ensinar aos seus pequenos alunos, que irão estender o conhecimento aos pais, que tentam proteger seus filhos colocando-os na creche ao invés de deixá-los na rua, porque o gavião está fazendo o mesmo, protegendo. Não capture animais silvestres. imagem: www.faunacps.cnpm.embrapa.br 31Out2007 - 15:36 | Por andreoveterinario | ( 0 ) Clique AQUI para comentar esse post O cão com a macaca
Um tratador do Zoológico treinava, particularmente, uma fêmea de chimpanzé para obter um comportamento social (?). O dono queria que ela pudesse também conviver no interior da residência, atendendo a comandos básicos e simples. Chamava-se Gimba e o veterinário dela, desde que o tratador pegou o encargo, era eu. Frequentemente ela era levada da casa dele, no Méier, para a Ilha do Governador, para acompanhamento médico. Ela viajava no banco do carona da Brasília do treinador, sentada no banco, com o braço direito sobre a janela, parecia gente. Ia solta, mas só saia do carro quando chegava no estacionamento ao lado da clínica, felizmente lugar que ela adorava. Ela desembarcava e entrava pelo muro até a porta de entrada. Ela gostava de tomar refresco de frutas e café frio bem doce, feito para ela e queria acariciar todos os animais que encontrva na sala de espera. Eu tinha um aquário ao lado da minha mesa que ela passava um bom tempo observando o movimento dos peixes, vez por outra ela tocava de leve no vidro, os peixes se aglomeravam e ela soprava como se eles estivessem voando. Problema mesmo era o telefone, que ela corria para atender no primeiro toque da campainha, com aspecto de gente, lógico que ficava só ouvindo. Ela andava vestida com um shortinho e camiseta e um dia, desse jeito ela entrou, não pelo muro, mas pelo portõo, fugindo aos seus hábitos, com aquele andar de chimpanzé, mas se apoiando em uma só mão, porque a outra abraçava, carinhosamente, um cãozinho Pinsher. Quando entrou na clínica subiu direto na mesa de exames num pulo e aí sim, com as duas mãos, me entregou solenemente seu cachorrinho. Ela participou atentamente do exame do animal, era um check-up para poder vacina-lo, com revisão de orelhas, exame de fezes e medição da temperatura, a primeira consulta de todo filhote. Tudo isso feito lá se foi ela, sem pagar, quem pagou foi o treinador, mas ela agradeceu com um abraço. Voltou do mesmo jeito solene 30 dias depois para revisão do filhote e reforço de vacinas. Na hora dos exames a Gimba foi tirada da sala pelo treinador e eu perguntei: - Por que não deixa ela aqui, ela gosta tanto de acompanhar. E ele respondeu: - Não dá, não. No outro dia peguei ela em casa lhe imitando, dando uma de veterinária. Com uma caneta esferográfica tentando tirar a temperatura ou colher fezes para exame, segurando ele pelo rabinho!!! imagem: www.novaciencia.com 29Out2007 - 12:05 | Por andreoveterinario | ( 2 ) Clique AQUI para comentar esse post
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